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Museu Forte Defensor Perpétuo

Paraty, RJ
Morro do Forte, s/n - Centro Histórico
Tel.: (24) 3373-1038 
e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Horário: de 3a. a 6a., de 9h às 12 e de 13 às 17h. Sábados, domingos e feriados de 9 às 12h e de 14 às 17h.
Ingresso: 3as. e dom., gratuito. Demais dias, R$2,00, com gratuidades: menores de  5 anos, maiores de 60, servidores IBRAM, estudantes rede pública e moradores de Paraty.
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"... Do alto do Morro da Vila Velha (...) temos um visual incrível. O centro histórico aparenta ser uma maquete colonial.”

Paraty, cidade cercada pela Mata Atlântica e à beira do oceano Atlântico, situada no litoral do Rio de Janeiro, foi durante a colônia um importante centro comercial. Para defender a cidade dos ataques piratas e proteger seu porto, os portugueses construíram vários fortes militares. Ao longo dos séculos, estas edificações desapareceram completamente, restando apenas parte do Forte Defensor Perpétuo, além de alguns canhões nas ruínas das fortalezas da Ilha das Bexigas e Iticopê. 

Origem e localização

O forte foi construído em 1703 para defender a cidade contra possíveis invasores. Recebeu o nome de Defensor Perpétuo em 1822, quando de sua reforma, em homenagem ao imperador D. Pedro I.

Do alto do Morro da Vila Velha ou Ponta da Defesa da Forte - lugar que recebeu o primeiro núcleo de povoamento em Paraty - temos um visual incrível. O centro histórico aparenta ser uma maquete colonial, entretanto, a imponência da Igreja da Matriz dificilmente é afetada com essa mudança de escala. Ao lado temos a Baía de Paraty nos lembrando de que a beleza da Costa Verde está na integração do homem com a natureza.

A antiga casa do comandante abriga a exposição “o modo de fazer”, representando as técnicas do artesanato local. O museu passa por uma reformulação, por isso, ao lado de objetos relacionados à produção de farinha, tais como a prensa de fuso e o forno de farinha, temos bonecos utilizados na festa do Divino dentre outros artefatos curiosos.

Saiba Mais

Historico

Prédio:

Localizado sobranceiro ao mar, assente em uma elevação à margem esquerda de Rio Perequê-açu, de forma a dominar o núcleo histórico. Sua construção, segundo documentação existente e seu nome parece confirmá-lo, é da época do primeiro Imperador. A construção anterior é de 1703, chamada de Defesa ou Ponta da Defesa. É o único remanescente das sete fortificações que outrora defendiam a cidade. Sua edificação constitui-se do quartel - de planta retangular construída em pedra com requadros de madeira - casa de pólvora - de planta quadrada com telhado em pavilhão -, e sua muralha de alvenaria de pedra, contornando os terraplenos voltados para o mar.

Instituição:

O tombamento do forte ocorreu em 1957 no Livro de Tombo Histórico e o local foi restaurado em seguida pelo Iphan.

Acervo

Desde 1984, o Forte Defensor Perpétuo de Paraty expõe objetos de artesanato da região, uma casa  de farinha e utensílios de cozinha de casa rural. Este conjunto de exposições constitui-se no Centro de Artes e Tradições Populares de Paraty, criado com o apoio do Instituto Nacional do Folclore e Instituto Histórico de Paraty.

Em 20 de maio de 1988, foi aberta aos visitantes a mostra O Modo de Fazer, que apresenta processos de confecção artesanal tradicionais em Paraty. Este conjunto de objetos e documentação fotográfica é o resultado de pesquisa efetuada por Raquel e Marcos Ribas, doada ao Iphan.

Textos

Projeto de inventário de bens culturais imóveis caminhos singulares do Estado do Rio de Janeiro – Caminho do Ouro
www.sebraerj.com.br/custom/pdf/cam/ouro/00_CaminhoDoOuro_FULL.pdf

Websites

IPHAN- Arquivo Noronha Santos
Imagem do Forte Defensor Pepétuo em 1972:
www.iphan.gov.br/ans.net/verimagemI.asp?Cod=1655&Cont=1&Max=0

Paraty Tur
Monumentos Militares de Paraty:
www.paraty.tur.br/historia/monumentosmilitares.php


Referencias

BARRETO, Aníbal (Cel.). Fortificações no Brasil (Resumo Histórico). Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 1958. 368 p.

CASADEI, Thalita de Oliveira. Paraty e a Questão Christie - 1863. RIHGRJ. Rio de Janeiro: 1994/1995. p. 68-71.

GARRIDO, Carlos Miguez. Fortificações do Brasil. Separata do Vol. III dos Subsídios para a História Marítima do Brasil. Rio de Janeiro: Imprensa Naval, 1940.

SOUSA, Augusto Fausto de. Fortificações no Brazil. RIHGB. Rio de Janeiro: Tomo XLVIII, Parte II, 1885. p. 5-140.

Imagens e Vídeo


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by camp26

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